Aguiar da Beira teve o primeiro foral em 1120, concedido por D. Teresa e confirmado por D. Afonso II em 1220, seguindo-se-lhe o foral reformado por D. Afonso III em 1258 e o foral Novo Manuelino, este de 1512. Na antiga praça pública, em pleno núcleo histórico, conserva-se ainda o seu Pelourinho (Séc. XVI), junto de outras construções que testemunham a importância de Aguiar da Beira durante a Idade Média e ao longo de vários séculos. Aí se erguem conjuntamente uma imponente Torre do Relógio e uma Fonte Ameada (Séc. XIV), a Casa dos Magistrados (Séc.XV/XVI), e a antiga Casa da Câmara (Séc. XVIII), razão pela qual a praça é hoje denominada por Largo dos Monumentos Nacionais. Nas proximidades, encontra-se o Solar Brasonado de Fundo de Vila (Sé. XVIII).

Na encosta do Castelo eleva-se a Igreja da Santa Casa da Misericórdia construída, provavelmente, no século XVIII, é um exemplar da arquitetura barroca, com destaque para a Capela-mor, com 32 caixatões de temática hagiográfica. A Capela de Nossa Senhora do Leite/Castelo (Séc. XIV) apresenta uma planimetria medieval, detendo um altar barroco, com um belo arco gótico. No sopé da encosta, os vestígios de uma antiga fortificação medieval, que a população intitulou de Castelo, exibem no pequeno pano de muralhas a reutilização de silhares almofadados romanos, constituindo um inequívoco documento da antiguidade da importância defensiva dos povos da ancianidade Aguiarense. A Igreja Matriz de Aguiar da Beira (Séc. XVIII), apresenta uma arquitetura barroca e neoclássica, com destaque para um nicho com escultura de Nossa Senhora da Graça, atribuída a João Ruão.

A Capela de São Marcos, situada no lugar de Fonte Arcadinha, apresenta uma pintura mural que exibe a coroação da Virgem, admitindo-se que possa datar do século XVI. No lugar de Coja está presente a Capela de Nossa Senhora do Rosário, e no lugar da Quinta da Estrada, a Capela da Rainha Santa Isabel, ambas edificadas no século XVIII.

Albufeira da Barragem da Fumadinha, destacada pela sua envolvência paisagística e localizada no fundo do vale, é um local de atrativa beleza natural.

Ponto Início

Edifício da Câmara Municipal de Aguiar da Beira.

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Ponto 31 – Busto do Padre José Augusto da Fonseca

Homenagem ao Reverendo Padre José Augusto da Fonseca, pela Câmara Municipal de Aguiar da Beira, a 22 janeiro de 2009.

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Ponto 32 – Lavadouros e Fontanário

Utilizados para lavagem de roupa pela população local, os lavadouros foram alvo de remodelações no ano 2018. Não se sabe o ano de construção de ambos.

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Ponto 33 – Igreja Matriz, Cruzeiro, Busto do Padre José Augusto da Fonseca e Monumento aos Combatentes da Grande Guerra

Igreja Matriz de Aguiar da Beira, datada do séc. XVIII. A Este da igreja encontra-se um cruzeiro de data desconhecida, tendo sido construído algures entre o séc. XVII e o XIX. A Noroeste da igreja existe ainda um monumento de homenagem a todos os que tombaram em defesa da pátria e um busto do Padre José Augusto da Fonseca.

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Ponto 34 – Largo da Carvalha

Centro urbano da contemporânea vila de Aguiar da Beira, largo terreiro e famoso. A Sudeste tem um cruzeiro com cerca de 4 metros de altura e três degraus na base.

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Ponto 35 – Largo dos Monumentos

Ao olhar para Noroeste pode contemplar o largo dos monumentos, onde existe uma variedade de obras de arte que poderiam constituir um verdadeiro museu. Da esquerda para a direita temos o Pelourinho (séc. XVI), a Torre do Relógio (séc. XIV) e a Fonte Ameada (séc. XIV) – trilogia única na Europa. Os referidos monumentos de arquitetura medieval são classificados como Monumentos Nacionais.

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Ponto 36 – Igreja da Misericórdia

A Oeste encontra-se a Igreja da Misericórdia, um exemplar de arquitetura barroca, com destaque para a capela-mor, com 32 caixotões de temática hagiográfica. Na fachada principal vê-se um escudo de armas em alto-relevo e um nicho com uma escultura em pedra de Ançã de Nossa Sr.ª da Graça, atribuída a João Ruão. Esta igreja está em bom estado de conservação, e é datada do séc. XVIII.

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Ponto 37 – Alminha

A Noroeste encontra-se uma Alminha sem data de construção conhecida. A maioria das alminhas e cruzeiros remonta aos séculos XVII, XVIII e XIX.

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Ponto 38 – Ruínas do Castelo e Nossa Senhora da Assunção

Aqui encontram-se as muralhas em ruínas de um antigo castelo, destacado em termos de arquitetura civil. Inserido no género dos castelos roqueiros e cuja origem será provavelmente anterior à nacionalidade, destinava-se a funções de vigilância e posto avançado para a zona de defesa fronteiriça do vale do Mondego e Távora.
A Este, em cima de uma grande rocha, ergue-se a Nossa Senhora da Assunção, com os nomes das freguesias do concelho escritos aos pés. Também neste espaço se encontra um depósito de água.

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Ponto 39 – Capela Nossa Senhora do Leite e Cruzeiro

Assim chamada, por ter uma imagem da Virgem a amamentar o menino, com todo o naturalismo. Foi erguida nos fins do séc. XIII princípios do séc.XIV. Esta capela é o monumento hierático mais antigo da vila, pelo arco em ogiva na fachada norte e pelos dois arcos em ogiva no interior.

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